o horror desta cama com o peso do teu corpo morto a meu lado.
mais um cigarro e o sono virá. permaneço viva num turbilhão de sangue. estendo-me nos anos que viverei sem ti. conheço o futuro. a cidade destruir-se-á e nenhuma palavra virá para me salvar.

e enquanto não adormeço são as lágrimas que me vão perfurando a pele. cada dia é mais de que um só dia.
quando tomamos um café? choramingar em companhia faz parecer que nem choramingo de verdade. sexta?