e o que tu foste, o que de ti morreu quando voltará?

a ternura lenta dos nossos dedos nos nossos corpos, a tua mão sobre o meu cabelo, a minha mão no teu rosto.

durmo do lado esquerdo da cama como se pudesses ainda chegar e ocupar o teu lugar.

não voltarás. nunca mais. nunca mais.

inventaste-me no interior da tua mente. fiquei à margem da tua realidade.

foi quase perfeito. faltaste tu para que o fosse.

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