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  1. Vanessa

    Quem conheceu o amor por alguém sabe que amar é estar em permanente contacto com aquilo que há de mais frágil em nós (e de mais forte, possivelmente). Amar traz a noção de finitude; amar traz um medo inenarrável de perder as mãos daquela/e que amamos. O que fazemos quando os procuramos na escuridão e só encontramos o vazio? Para onde foram os corpos dos amantes, desses amantes que nos garantiam que existíamos, que éramos carne e sangue, que tínhamos uma pele a pedir carícias e uns lábios a latejar de desejo… O que há agora que perdemos parte da alma?
    Uns cupcakes podem animar um dia mas não nos salvam. “Ninguém salva ninguém”, dizias-me há umas semanas. Um beijo.
    V.

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